Pílula contraceptiva…. Porque é complicado?
- Perder gordura
- PMS
- Desejo sexual
- Manter o peso
- E tudo mais...
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Já falei em outros artigos referi as possíveis desvantagens da pílula contraceptiva, ora bem a pílula contraceptiva não é nada mais, nada menos do que uma hormona (ou 2) dentro do pequeno comprimido (há outros tipos mas estas são as mais comercializadas em Portugal). São hormonas fabricadas sinteticamente que quando administradas produzem efeitos no corpo, sendo um deles, prevenção da gravidez, mas será que vale a pena tendo em conta todos os outros efeitos?
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Pílula contraceptiva oral combinada
(é das mais comercializadas em Portugal)
Mecanismo de ação
A maturação dos folículos necessita de hormonas da hipófise (glândula endócrina junto ao cérebro), a FSH (Folicle stimulating hormone ou hormona estimuladora do folículo) e também a LH. Normalmente surgem vários folículos ováricos (cada um com 1 ovócito) em crescimento que, ao aumentarem de tamanho, excretam estrogénios em cada vez maior quantidade que actuam por feedback negativo na hipófise, havendo redução progressiva da libertação de LH e FSH. Os vários folículos então competem por essas escassas hormonas, sendo que o maior folículo (que tem maior superfície e portanto mais receptores para elas) é activado suficientemente e os menores degeneram. Esse folículo maior então produz cada vez mais estrogénio, até que em altas concentrações ocorre conversão do feedback negativo em feedback positivo que leva à excreção em massa de LH e FSH que estimulam o rompimento do folículo e a ovulação.A administração de doses baixas mas constantes de estrogénio e progesterona inibe a produção de FSH e LH na hipófise, por feedback negativo enquanto todos os folículos são ainda pequenos. A diminuição das concentrações de FSH e LH leva ao não desenvolvimento dos folículos que surgem, já que nenhum deles é suficientemente grande para ter receptores de FSH suficientes para não degenerar.
Ou seja, há como que uma simulação da produção de estrogénio por um folículo grande apesar de nenhum existir (porque o estrogénio vem do medicamento), e portanto todos os folículos degeneram de acordo com o mecanismo normal de "seleção natural" de apenas um deles, o maior, para ovular. Devido à pílula ele não existe, portanto não há ovulação de nenhum.
(verificamos que deveria existir um ciclo alto e baixo de estrogénio/progestrona e que é mantido um nível estável, o mesmo que cozinhar carne vermelha congelada com o fogão sempre na chama máxima…)
Função
A produção desse hormônio começa na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher, e vai até a menopausa. A falta de estrogênio causa as ondas de calor ou fogachos em aproximadamente 75 a 80 % das mulheres.O estrógeno induz as células de muitos locais do organismo, a proliferar, isto é, a aumentar em número. Por exemplo, a musculatura lisa do útero aumenta tanto que o órgão, após a puberdade, chega a duplicar ou, mesmo, a triplicar de tamanho. O estrogênio também provoca o aumento da vagina e o desenvolvimento dos lábios que a circundam, faz o púbis se cobrir de pêlos, os quadris se alargarem e o estreito pélvico assumir a forma ovóide, em vez de afunilada como no homem; (pois é e muitos Dr. Recomendam o uso da pílula em idades estão jovens que as proporções do corpo ainda nem estão definidas…isto explica muita coisa…) provoca o desenvolvimento das mamas e a proliferação dos seus elementos glandulares, e, finalmente, leva o tecido adiposo a concentrar-se, na mulher, em áreas como os quadris e coxas, dando-lhes o arredondamento típico do sexo . Em resumo, todas as características que distinguem a mulher do homem são devido ao estrogênio e a razão básica para o desenvolvimento dessas características é o estímulo à proliferação dos elementos celulares em certas regiões do corpo,por isso a mulher tem uma camada de gordura mais estensa do que o do homem devido as celulas de gordura que se formam no organismo.(ou seja, se uma pessoa tiver uma alimentação inadequada ou utilizando medicamentos que prejudicam a saúde ex: medicamentos de tarja preta, ingestão de gorduras hidrogenadas,refrigerantes em excesso sabendo que eles contem benzeno e outros produtos cânceridicos, gorduras saturas desordenadamente que também fazem mal a saúde com certeza estrógeno vai melhorar um lado e prejudicar o outro por isso é necessário fazer um checape de 6 em 6 meses ou pelo menos um vez por ano, principalmente esses que abusam na alimentação ou utilizam algum tipo de droga licita ou não. O estrógeno também estimula o crescimento de todos os ossos logo após a puberdade, mas promove rápida calcificação óssea, fazendo com que as partes dos ossos que crescem se "extingam" dentro de poucos anos, de forma que o crescimento, então, pára. A mulher, nessa fase, cresce mais rapidamente que o homem mas pára de crescer após os primeiros anos da puberdade; já o homem tem um crescimento menos rápido porém mais prolongado, de modo que ele assume uma estatura maior que a da mulher. Nesse ponto, também, diferenciam-se mais acentuadamente os dois sexos.
O estrógeno tem outros efeitos muito importantes no revestimento interno do útero, no endométrio e no ciclo menstrual.
Então o estrogénio é responsável pela acumulação de gordura… dai as subidas de peso em muitas mulheres quando começam a toma a pílula, a dificuldade em perder o peso, imaginem o que é manter os níveis de estrogénio sempre altos e constantes…
E como podemos verificar tem mais algumas características associadas
- Structural
- promote formation of female secondary sex characteristics
- accelerate metabolism
- reduce muscle mass
- increase fat stores
- stimulate endometrial growth
- increase uterine growth
- increase vaginal lubrication
- thicken the vaginal wall
- maintenance of vessel and skin
- reduce bone resorption, increase bone formation
- morphic change (endomorphic -> mesomorphic -> ectomorphic)
- protein synthesis
- increase hepatic production of binding proteins
- coagulation
- increase circulating level of factors 2, 7, 9, 10, plasminogen
- decrease antithrombin III
- increase platelet adhesiveness
- Lipid
- increase HDL, triglyceride
- decrease LDL, fat deposition
- Fluid balance
- Gastrointestinal tract
- reduce bowel motility
- increase cholesterol in bile
- Melanin
- increase pheomelanin, reduce eumelanin
- Cancer
- support hormone-sensitive breast cancers (see section below)
- Lung function
Esta ultima é particularmente interessante, como os estudos indicam níveis altos de estrogénio inibem a produção de testosterona.
http://www.biolreprod.org/content/17/5/645.short
A testosterona é responsável pela massa muscular, densidade óssea, tem um grande papel na libido, saúde em geral, bem-estar, energia, reduz a % de gordura corporal, entre outros…
The benefits and risks of testosterone replacement therapy: a review.
Source
Division of Geriatric Medicine;Abstract
Increased longevity and population aging will increase the number of men with late onset hypogonadism. It is a common condition, but often underdiagnosed and undertreated. The indication of testosterone-replacement therapy (TRT) treatment requires the presence of low testosterone level, and symptoms and signs of hypogonadism. Although controversy remains regarding indications for testosterone supplementation in aging men due to lack of large-scale, long-term studies assessing the benefits and risks of testosterone-replacement therapy in men, reports indicate that TRT may produce a wide range of benefits for men with hypogonadism that include improvement in libido and sexual function, bone density, muscle mass, body composition, mood, erythropoiesis, cognition, quality of life and cardiovascular disease. Perhaps the most controversial area is the issue of risk, especially possible stimulation of prostate cancer by testosterone, even though no evidence to support this risk exists. Other possible risks include worsening symptoms of benign prostatic hypertrophy, liver toxicity, hyperviscosity, erythrocytosis, worsening untreated sleep apnea or severe heart failure. Despite this controversy, testosterone supplementation in the United States has increased substantially over the past several years. The physician should discuss with the patient the potential benefits and risks of TRT. The purpose of this review is to discuss what is known and not known regarding the benefits and risks of TRT.Testosterone, bone and osteoporosis.
Source
Department of Rheumatology, James Cook University Hospital, Middlesbrough, UK.Abstract
Osteoporosis and osteoporotic fractures are generally considered to mainly affect older postmenopausal women, but up to 20% of symptomatic vertebral fractures and 30% of hip fractures occur in men. Osteoporotic fractures in men are associated with substantial morbidity, greater excess mortality than in women and account for almost 25% of the cost of osteoporotic fractures in the UK. One of the major secondary causes of osteoporosis in men is hypogonadism, which is found in up to 20% of men with symptomatic vertebral fractures and 50% of elderly men with hip fractures. This chapter outlines the pathogenesis of osteoporosis in men, placing particular emphasis on the importance of sex steroids in the maintenance of bone health. The effects of hypogonadism on the skeleton are described, as well as the consequences of androgen deprivation therapy in men with prostate cancer. Finally, we review the effects of testosterone replacement in hypogonadism and explore other options for the treatment of osteoporosis secondary to loss of sex steroids in men. Se a mulher aumenta especialmente as hormonas responsáveis pelas características femininas (estrogénio e progesterona), inibindo as hormonas responsáveis pelas características masculinas, androgénios, basicamente por outras palavras esta a dizer ao corpo, acumula gordura, mete um stand by no desejo sexual, e não te preocupes muito com a massa muscular… para não falar em todos os outros processos metabólicos envolvidos tendo em conta que este artigo é mais direccionado para as dificuldades na recomposição corporal.
Se analisarmos a parte sexual… quando é que uma mulher esta mais excitada sexualmente?... Será quando e apaixona?
Hormonal changes when falling in love.
Source
Dipartimento di Psichiatria, Neurobiologia, Farmacologia e Biotecnologie, University of Pisa, via Roma, 67, 56100 Pisa, Italy. dmarazzi@psico.med.unipi.itAbstract
To fall in love is the first step in pair formation in humans and is a complex process which only recently has become the object of neuroscientific investigation. The little information available in this field prompted us to measure the levels of some pituitary, adrenal and gonadal hormones in a group of 24 subjects of both sexes who had recently (within the previous six months) fallen in love, and to compare them with those of 24 subjects who were single or were part of a long-lasting relationship. The following hormones were evaluated by means of standard techniques: FSH, LH, estradiol, progesterone, dehydroepiandrosterone sulphate (DHEAS), cortisol, testosterone and androstenedione. The results showed that estradiol, progesterone, DHEAS and androstenedione levels did not differ between the groups and were within the normal ranges. Cortisol levels were significantly higher amongst those subjects who had recently fallen in love, as compared with those who had not. FSH and testosterone levels were lower in men in love, while women of the same group presented higher testosterone levels. All hormonal differences were eliminated when the subjects were re-tested from 12 to 24 months later. The increased cortisol and low FSH levels are suggestive of the "stressful" and arousing conditions associated with the initiation of a social contact. The changes of testosterone concentrations, which varied in opposite directions in the two sexes, may reflect changes in behavioural and/or temperamental traits which have yet to be clarified. In conclusion, the findings of the present study would indicate that to fall in love provokes transient hormonal changes some of which seem to be specific to each sex.Ao que parece os níveis de testosterona nas mulheres aumentam quando as mesmas se apaixonam ao contrário dos homens que os níveis de testosterona ficam mais baixos… dai a altura que as mulheres têm mais desejo sexual, é durante o tempo que estão apaixonadas onde o corpo produz mais testosterona (se não estiver a ser inibida) … é também nessa altura que os homens estão mais românticos e dizem mais “parvoíces” (alguns aceitam namorar/casar e tudo…) depois quando as hormonas balançam e voltam ao normal…. Bem vocês sabem…
Testosterone for low libido in postmenopausal women not taking estrogen.
Davis SR, Moreau M, Kroll R, Bouchard C, Panay N, Gass M, Braunstein GD, Hirschberg AL, Rodenberg C, Pack S, Koch H, Moufarege A, Studd J; APHRODITE Study Team.
Collaborators (65)
Source
Women's Health Program, Monash University, Alfred Hospital, Prahran, Australia. susan.davis@med.monash.edu.auAbstract
BACKGROUND:
The efficacy and safety of testosterone treatment for hypoactive sexual desire disorder in postmenopausal women not receiving estrogen therapy are unknown.METHODS:
We conducted a double-blind, placebo-controlled, 52-week trial in which 814 women with hypoactive sexual desire disorder were randomly assigned to receive a patch delivering 150 or 300 microg of testosterone per day or placebo. Efficacy was measured to week 24; safety was evaluated over a period of 52 weeks, with a subgroup of participants followed for an additional year. The primary end point was the change from baseline to week 24 in the 4-week frequency of satisfying sexual episodes.RESULTS:
At 24 weeks, the increase in the 4-week frequency of satisfying sexual episodes was significantly greater in the group receiving 300 microg of testosterone per day than in the placebo group (an increase of 2.1 episodes vs. 0.7, P<0.001) but not in the group receiving 150 microg per day (1.2 episodes, P=0.11). As compared with placebo, both doses of testosterone were associated with significant increases in desire (300 microg per day, P<0.001; 150 microg per day, P=0.04) and decreases in distress (300 microg per day, P<0.001; 150 microg per day, P=0.04). The rate of androgenic adverse events - primarily unwanted hair growth - was higher in the group receiving 300 microg of testosterone per day than in the placebo group (30.0% vs. 23.1%). Breast cancer was diagnosed in four women who received testosterone (as compared with none who received placebo); one of the four received the diagnosis in the first 4 months of the study period, and one, in retrospect, had symptoms before undergoing randomization.CONCLUSIONS:
In postmenopausal women not receiving estrogen therapy, treatment with a patch delivering 300 microg of testosterone per day resulted in a modest but meaningful improvement in sexual function. The long-term effects of testosterone, including effects on the breast, remain uncertain. (ClinicalTrials.gov number, NCT00131495.)Copyright 2008 Massachusetts Medical Society.
Resultado de algumas mulheres onde foi administrado 300mcg de testosterona, o resultado foi um aumento positivo na função sexual, isto vem apoiar a teoria de que as mulheres iriam beneficiar bastante ao terem níveis normalizados de testosterona… não só em desejo sexual, como na qualidade de vida, e recomposição corporal.
Alguns dos efeitos listados pelo wiki
Efeitos contraceptivos
- Inibição da ovulação: não é o único mecanismo importante.
- Espessamento do muco do colo do útero: barreira à passagem dos espermatozóides.
- Atrofia do endométrio
[editar] Efeitos adversos
- Alterações do humor e comportamento ligeiras.
- Subida da tensão arterial ligeira.
- Aumento da hormona tiroxina da tiróide.
- Aumentam o colesterol e os outros lípidios moderadamente.
- Maior pigmentação cutânea (escurecimento da pele)
- Aumento ligeiro da função cardíaca.
- Por vezes muito ligeiro efeito virilizante (devido à pequena actividade androgénica da progesterona), menos pronunciado nas pílulas de última geração.
- Aumento de peso
- Retenção de líquidos
- Redução da libido[10][11][12]
- Depressão
- Tromboses e embolia
- Enfarte do miocárdio
- AVC
- Cancro do colo do útero se houver infecção com vírus do papiloma humano.
- Perda de cabelo
- Eritema
[editar] Cuidados e contra-indicações
Os contraceptivos orais podem influenciar a coagulação, aumentando o risco de uma trombose venosa profunda (TVP) e embolia pulmonar, acidente vascular cerebral (AVC) e infarto do miocárdio (ataque cardíaco). Os contraceptivos orais combinados geralmente são contraindicados para mulheres com doença cardiovascular pré-existente, mulheres que têm tendência familiar de formar coágulos sanguíneos (como as que tem o hereditário Fator V de Leiden), mulheres com obesidade severa e/ou hipercolesterolemia (alto nível de colesterol) e tabagistas com mais de 35 anos.As pesquisas sobre a relação entre o risco de câncer de mama com a contracepção hormonal são complexas e aparentemente contraditórias.
As autoridades médicas afirmam que os potenciais riscos à saúde dos contraceptivos orais são menores do que aqueles da gravidez e nascimento.[13] Algumas organizações argumentaram que a comparação do método contraceptivo com o não-método (a gravidez) não é relevante - ao contrário, a comparação da segurança deve ser feita entre os diferentes métodos de contracepção.[14]
Breast cancer
About 80% of breast cancers, once established, rely on supplies of the hormone estrogen to grow: they are known as hormone-sensitive or hormone-receptor-positive cancers. Suppression of production of estrogen in the body is a treatment for these cancers.Health risks and warning labels
Hyperestrogenemia (elevated levels of estrogen) may be a result of exogenous administration of estrogen or estrogen-like substances, or may be a result of physiologic conditions such as pregnancy. Any of these causes is linked with an increase in the risk of thrombosis.[37]The estrogen-alone substudy of the WHI reported an increased risk of stroke and deep vein thrombosis (DVT) in postmenopausal women 50 years of age or older and an increased risk of dementia in postmenopausal women 65 years of age or older using 0.625 mg of Premarin conjugated equine estrogens (CEE). The estrogen-plus-progestin substudy of the WHI reported an increased risk of myocardial infarction, stroke, invasive breast cancer, pulmonary emboli and DVT in postmenopausal women 50 years of age or older and an increased risk of dementia in postmenopausal women 65 years of age or older using PremPro, which is 0.625 mg of CEE with 2.5 mg of the progestin medroxyprogesterone acetate (MPA).[38][39][40]
The labeling of estrogen-only products in the U.S. includes a boxed warning that unopposed estrogen (without progestagen) therapy increases the risk of endometrial cancer. Based on a review of data from the WHI, on January 8, 2003 the FDA changed the labeling of all estrogen and estrogen with progestin products for use by postmenopausal women to include a new boxed warning about cardiovascular and other risks.
Claro que o estrogénio também tem um número incrível de benefícios para a saúde e é nada mais, nada menos do que essencial e indispensável, os estudos recentes apontam que uma quantidade adequada tem efeitos positivos na perda de gordura e composição corporal mas não em doses excessivas, ou dominantes, quando o estrogénio domina sobre as outras hormonas causa uma cascata de efeitos indesejados, é preciso manter, o balanço correcto e para tal é preferível deixar o corpo fazer o seu trabalho… utilizar o controlo hormonal feminino (a pílula) que tem tanto impacto na saúde positiva das mulher é simplesmente mais uma falta de senso para com elas, há mulheres a demorarem imenso tempo até as suas hormonas estarem completamente restauradas, e conseguirem engravidar, devido a anos consecutivos a utilizar a pílula. Existem outros métodos contraceptivos tão eficientes sem causarem tantos danos á saúde das mulheres.
Aos possíveis espécimes femininos que pensem retirar a pílula da sua dose diária, tenham em conta que devem 1º recorrer a um medico conceituado que vos possa aconselhar da melhor maneira (apesar de que não os tenha encontrado ainda), e lembrem-se que o corpo pode demorar um bom tempo até voltar a balançar as hormonas de forma positiva, dependendo do tempo a que já se toma a pílula, pode de morar de 1-2 meses até 10 ou mais meses segundo a literatura… portanto tenham paciência os primeiros tempos são mais complicados, contudo com tempo tudo volta ao normal (se não voltar deve-se recorrer mais uma vez a alguém conceituado e optar por fazer os exames necessários de forma a corrigir o que estiver mal, lembrem-se que uma dieta equilibrada ajuda muito no processo, é preciso dar ao corpo os matérias certos para ele construir)
Entretanto não se esqueçam de usar outros métodos contraceptivos pelo que espero não receber emails sobre possíveis futuras responsabilidades civis devido ao incontrolável aumento do desejo sexual … em qualquer dos casos podem-me contactar por email a partilhar a vossa história.
Credits…
Escrito por: Anhuka
Editado por : Matilde Reis
Design by: Pedro Madeira
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