quarta-feira, 23 de março de 2011

“Caçar nos Tempos Modernos”



É verdade…. Nos tempos de hoje, aos quais por hábito, chamamos, evoluídos e modernos, mais do que nunca somos obrigados a caçar a comida adequada. Pois é … tudo leva a querer que todos os problemas de saúde com os quais nos debatemos na actualidade são provenientes da dieta, ou seja da comida que ingerimos.
É um facto que os nossos antepassados a 200+ anos atrás não conheciam as doenças de hoje em dia, (depressão, hiperactividade, diabetes, osteoporose, doenças degenerativas, colesterol, doenças cardíacas, etc.) inclusive, tribos por todo o mundo sem acesso á medicina “respiram” saúde, vivendo durante mais tempo e com maior qualidade de vida do que a presente sociedade com toda a ajuda da medicina farmacológica. Qual seria o seu segredo?


É também um facto que uma das tribos consideradas das mais saudáveis do planeta, os hunza, era normal alguém com 100 anos ainda ter filhos… comparado com a nossa cultura industrializada onde menopausa e andropausa começam a ser um problema aos 40 e a medida que o tempo passa a idade a que a estas doenças nos afectam começa a ser mais precária.
No mínimo preocupante, contudo, parece que cada vez mais existe uma procura para o tratamento das doenças e/ao/em vez de, um tratamento do paciente, é imperativo que se tome uma atitude, é necessário o paciente ser e estar saudável ou as doenças continuarão a aparecer independentemente de quantas e como se tratem.
A diferença entre todas estas tribos saudáveis e inclusive os esquimós, para com a civilização corrente, além de manterem uma actividade física constante e diária, comiam saudavelmente, alimentos produzidos pela terra, alimentos ricos em vitaminas, que proporcionavam aos seus corpos tudo o que era necessário para eles próprios combaterem e/ou evitarem a doença.


Mais do que nunca para vivermos e estarmos saudáveis temos de ter atenção, ao que compramos, afinal “nos somos os que comemos”, é necessário uma caça constante, utilizar as mesmas habilidades que tínhamos para caçar na era do paleolítico que inda estão presentes no nosso código genético, concentração, destreza, pensamento, capacidade de reacção e escolha, focar as mesmas nos rótulos das embalagens, nos corredores dos hipermercados.
Saber escolher entre o produto que proporciona ao nosso corpo o que ele precisa, e o que o fará entrar em modo de emergência por vezes traduzindo-se em doença! Escolher entre o que nos sabe bem, e o que nos faz bem, afinal a longo prazo o que nos faz bem será o que nos saberá melhor! Garanto que experienciar plena saúde, energia, foco, atenção, concentração, etc. é algo mais viciante que qualquer droga e mais concretizante que qualquer outra coisa, é a nossa vida, o nosso bem-estar!


A informação sobre os produtos que nos fazem bem versus os que não fazem esta espalhada por todo o cyber espaço e muito mais, dai não focar esse ponto especificamente.
Concordo que por vezes ninguém nos informou que estas tribos, o paleolítico e etc. para viverem saudavelmente nos dia de hoje praticamente teriam de ser ricos, mas na verdade isso acontece devido á falta de procura dos produtos, no dia em que todos os procurarem ou todos forem obrigados a procurar / produzir será inevitável que a competitividade equilibre os preços.
É também interessante pensar que estas tribos, inclusive os esquimós, eram todos bastante atléticos, trabalhando todos arduamente, durante longas horas diárias, ao passo do que já referi da saúde, ora isto comparado com a sociedade onde vivemos… existe cansaço mental por se passar o dia todo sentado, ou mesmo cansaço por se passar o dia todo… sentado… evolução…!


É importante referir que o segredo dos Hunza para além de uma dieta bastante equilibrada, era a riqueza do solo, e a forma como cuidavam do mesmo. O que hoje em dia é praticamente inexistente, as vitaminas são sulfatadas nos alimentos para acelerar o seu crescimento, são sulfatados pesticidas, germicidas, um sem número de agentes químicos que ingerimos diariamente, os animais são engordados com raçoes produzidas pelo homem onde vivem sobre grande stress, a indústria farmacêutica é alimentada economicamente pelo reino animal para consumo, é necessário manter os animais sobre altas doses de antibióticos, calmantes, entre outros, para que não adoeçam nem tenham comportamentos agressivos.
Tendo isto em conta é difícil mantermo-nos saudáveis, com as variedades e tipo de comida que nos é dado a escolher hoje em dia, e a forma como ela é cultivada, a escolha é mais difícil do que nunca, dai alertar para máxima atenção nos produtos que adquirimos e consumimos.
É prática comum nos portugueses referirmos que a vida é um ciclo, será que é mesmo? Será que vai ser? O ideal para tudo isto e a única verdadeira forma de saber a qualidade do que ingerimos é sermos nos a cultivar, fazer, produzir… será que os tempos modernos vão acabar por não ser assim tão modernos sem tanta evolução? 
 
Sendo este artigo relacionado ou praticamente um complemento ao anterior no próximo, focar-me-ei em algo relacionado com culturismo….

 
Escrito por:  Anhuka
Corrigido por: Anhuka
Design by: Pedro Madeira

domingo, 13 de março de 2011

A saúde, o ser e estar saudável


Nos dois artigos anteriores a este, foi pretendido transmitir um conhecimento geral sobre as dietas e o exercício, conjugado com este completará o objectivo inicial do blog: transmitir aos leitores a informação básica necessária. Pretendo futuramente transmitir conhecimento mais prático tal como informação mais específica, fica o apelo para que façam comentários ou enviem mensagem sobre o tipo de assuntos que gostariam de ver bloggados.
No meio da dieta, exercício, a vida agitada do dia-a-dia, a falta de conhecimento, a evolução rápida demais parece que cada vez mais é esquecida a saúde. Esquecida não no sentido de não se procurar ter atenção à mesma, mas no sentido de que não se lhe confere a atenção DEVIDA!

Iniciando de forma controversa arrisco-me a dizer que, nos dias correntes, a maioria da população não sabe o que é saúde, nem sequer tem a menor ideia do que é estar, sentir e viver saudável dia após dia, hora após hora, minuto sobre minuto.


É vital que a população em geral procure acabar com os mitos que foram criados ao longo dos tempos. Mitos estes que hoje em dia podem afectar a nossa saúde de forma dramática. Um dos mitos sobre o qual já se encontra muita informação, mas que mesmo assim as pessoas parecem estar incrédulas, é o da gordura afectar a saúde, colesterol, etc. Amigos nem toda a gordura é igual, existem gorduras essenciais à saúde. Estamos no séc. XXI, o estudo que provocou este mito e “medo” sobre o qual ainda muitos Doutores se regem, foi feito em 1800 e pouco… em coelhos…! (os coelhos tem tanto de carnívoros como os cavalos. Já imaginaram o coelho a caçar o gato? A correr atrás dele com os seus dentes afiados e garras fatais?) como é que é possível em pleno 2011 ainda se creditar um estudo de 1800… Absolutamente PATETICO!

 
Para quem não sabe, sou culturista, acima de tudo interessado em diversas matérias. Como culturista, outro dos mitos que depois de ler grande parte dos BONS livros sobre a matéria, de comunicar com atletas de várias nacionalidades, de várias épocas, ainda não consegui encontrar o motivo, a explicação, a razão, para o porquê destas dietas que observo praticantes a executar. Uma total ausência de gorduras vitais, de vitaminas essenciais, de alimentos equilibrados, de todo o equilibro da alimentação… não compreendo... como é que isto ainda pode fazer sentido para alguém? Como é que se pretende obter ganhos musculares, de força, entre outros se não existe um equilibro? Se não se tem energia? Se não se sentem bem (falando de humor, stress. Etc.)?

Estão vocês a perguntar: esta informação toda para quê? Sobre mitos e sabe-se lá o quê… isto leva-nos ao encontro do busílis da questão: a saúde! O estar saudável não é só o viver até aos 80 – 100 com uma tremenda farmácia interior e a sentir-se melhor deitado que em actividade… isso é apenas ESTATISTICA. O que se procura, o que é saúde, é sentirmo-nos bem, é ter energia contínua durante todo o tempo que estamos acordados, ter um humor estável, ter capacidade para executar várias tarefas, não precisar de viver a cafés, fármacos entre outros, isso sim é ser e estar saudável. Viver saudável! Talvez agora se compreenda porque referenciei que a maioria das pessoas não compreende o que é ser e estar saudável. Quantas pessoas conseguem apontar que se sintam assim dia após dia? Que não tenham uma quebra após uma refeição, que não se sintam ansiosas após outra refeição, mal-humoradas porque não comeram, ou cansadas, ensonadas etc. depois de comerem? Deprimidas sem razão aparente, e a lista continua…

São inúmeras as variações nas pessoas, e são por vezes inúmeras diária e rotineiramente. Isto acontece por uma má opção alimentar. Como referi no 1º artigo: somos todos diferentes e todos temos necessidades diferentes é necessário ir ao encontro das mesmas de forma a provocar um equilíbrio geral que nos faça atingir o máximo expoente de potência a todos os níveis.


É claro que como as coisas estão actualmente, não estão a funcionar e não parecem estar a caminhar para melhor. Não se conhece ataques cardíacos nos Esquimós e eles têm uma dieta à base de gorduras. Todas as doenças que tanto lutamos para vencer nos dias que correm por métodos pouco funcionais, não existiam à 200-300 anos atrás. Temos exemplos de várias tribos que vivem para além dos 100 anos e é desconhecido entre eles todas estas doenças que nos afectam tanto…

Temos de reaprender a viver, reaprender a alimentarmo-nos, “caçar nos tempos modernos”. A percentagem do ADN que mudou desde o paleolítico é praticamente nula: ainda somos muito semelhantes aos nossos amigos macacos e, no entanto, tudo o resto mudou à nossa volta, e para o qual, o nosso corpo não está preparado, naturalmente tem de existir consequências. Vamos dar uso ao que realmente evoluiu em todo este tempo, o cérebro, e usá-lo para melhor propagarmos a nossa saúde e bem-estar.


…. Brainstorm….

Quero acrescentar algo para todos pensarmos um pouco (em parte também esta relacionado com a saúde): a medicina, tal como a conhecemos hoje, existe à pouco mais de 200 anos, (digamos que o grande crescimento foi á 100 anos, e muito grande esse crescimento diga-se de passagem)… essa mesma medicina concentra-se em tratar/curar/estudar a doença, e o que é suposto acontecer ao PACIENTE? QUEM VAI TRATAR O PACIENTE?

As ramificações deste assunto em particular são intermináveis, a informação que está ligada a este tema é tão simples e tão densa, no entanto esta “pastagem” já é suficiente para um “briefing” geral sobre o assunto de modo a elucidar uma boa parte do mesmo como introdução.

Escrito por:  Anhuka
Corrigido por: Anhuka
Design by: Pedro Madeira

sexta-feira, 4 de março de 2011

Metodologias de Treino

A mesma confusão que existe em relação às dietas é bastante comum nos métodos de treino de hipertrofia. A própria ciência pouco nos aponta sobre como acontece (devido a que) exactamente a hipertrofia. Ao longo dos tempos, são inúmeros os métodos que foram utilizados para construir massa muscular. Neste artigo pretendo focar as confusões existentes nos métodos de treino e o porque de one size fit´s all não funciona tal como as dietas.

Já há muito que a ciência nos aponta que a hipertrofia é melhor alcançada entre 8 -12reps, contudo é certo e sabido que vários atletas de várias modalidades já alcançaram elevados níveis de massa muscular utilizando rep range mais altos (12 – 20reps) ou baixos (1 – 5reps). Tudo na ciência tem as suas controvérsias, contudo se analisarmos, verificamos que em parte a mesma está correcta. Isto é, a construção muscular para algumas pessoas é realmente mais acentuada entre as 8-12reps, já para outras 12-20, 1-5 ou mesmo outro rep range seria o ideal.  

Vários experts tendo noção deste conceito e desta particularidade pessoal, deram origem aos treinos de periodização. Os quais tem tido bastante sucesso em grande parte das pessoas, ao contrário dos treinos ditos “comuns”, que normalmente se focam apenas num rep range com um tempo. Já os treinos de periodização durante um ciclo focam-se em vários rep ranges- com diferentes tempos de descanso e intensidades. Logicamente, algum desses microciclos será mais adequado para o atleta, logo trará mais ganhos. Se repararmos bem, os atletas profissionais focam-se em determinado rep range com determinada intensidade e em tempos de descanso. É comum atletas iniciantes copiarem os seus treinos, contudo, os atletas profissionais (depois de muitas experiencias) descobriram o que melhor funciona para eles em termos de construção muscular, dai manterem-no. Por vezes, pode fazer- se confusão ao pensar que eles mantendo as mesmas rep ranges-tempos-etc… estão a fazer um treino “comum”, no entanto, estão a fazer um treino personalizado á medida deles. Obviamente que se um atleta iniciado for copiar todo o treino, não conseguirá os mesmos resultados ou até mesmo qualquer resultado positivo.

Todo o ser humano tem proporções diferentes de fibras musculares, as mesmas respondem de forma diferente aos tipos de treino (rep range, tempo de descanso, intensidade etc.) um atleta para poder atingir o máximo da sua performance tem de procurar descobrir o que melhor funciona para ele, e criar um treino personalizado à sua medida. Para isso tem de ter em conta  qual rep range as suas fibras respondem melhor e qual proporciona maior hipertrofia, qual o tempo de descanso entre séries necessário para poder executar a próxima série de forma a potenciar a hipertrofia, que intensidade é a adequada para ele, o tempo que demora a recuperar entre treinos, sendo o tempo que demora a recuperar entre treinos dos mais importante, pois quanto mais cedo conseguir recuperar e repetir o treino, maior potencialidade de hipertrofia terá.

Em tudo isto se continua a aplicar alguns conceitos básicos, sendo que o mais importante é o crescimento muscular que é tão simples como: quanto mais fibras se recruta e se rompe criando um micro trauma, maior será o nível de hipertrofia, mas para que isto aconteça, há que lembrar que é preciso aplicar estes conceitos às necessidades específicas de cada atleta acompanhado com uma nutrição à sua medida.

Uma outra confusão, é a repetição dos treinos por parte dum atleta e a adição de treino cardiovascular. Todos temos conhecimento de atletas profissionais que treinam bi e tri diariamente. No culturismo, um atleta comum é normal ser aconselhado a treinar 3 a 5 dias por semana e á medida que se torna mais experiente é normal o mesmo aumentar o tempo de descanso entre treinos… ora bem … se o atleta é mais experiente, não faz mais sentido que apesar de treinar com mais intensidade também tenha uma maior capacidade de recuperação? Afinal o corpo adaptou-se… seguindo a lógica, seria normal o atleta iniciado precisar de mais tempo de descanso e o atleta mais experiente capaz de treinar mais vezes com menos descanso e mesmo assim recuperar. Claro que depois existe a controvérsia do CNS (sistema nervoso central), que não recupera á mesma velocidade que o sistema muscular, contudo, como já referi os atletas profissionais a treinarem bi e tri diariamente, são acompanhados por uma nutrição á medida ….

É muitas vezes desaconselhado a prática de treino cardiovascular (aeróbico) aos atletas que pretendem criar um nível máximo de hipertrofia. Na minha opinião pessoal, para além de todos os benefícios que o treino cardiovascular traz para a saúde, bem como para o crescimento muscular (que não vou referir neste artigo talvez futuramente), como é que um atleta pode pretender atingir o nível máximo de hipertrofia se não tiver um sistema cardiovascular a funcionar em perfeitas condições? Eu penso que um treino cardiovascular deve ser incluído em qualquer tipo de treino. Pois o facto de o treino cardiovascular consumir energia (calorias), pode bem ser compensado com um nível de nutrição adequado para um atleta que o principal objectivo seja hipertrofia. Assim, optar por incluir treinos cardiovascular deverá ser imperativo!

Escrito por: Anhuka
Correcçao: 
                - Daniela Vieria
                - Matilde Reis
                - Alexandre Camilo
Design by: Pedro Madeira

Alguma info interessante:

WEIDER PRINCIPLES TO HELP YOU PLAN YOUR TRAINING CYCLE

1. Cycle Training Principle (Breaking your training year into cycles for strength, mass or contest preparation you help avoid injury and keep your body responsive to adaptation)
2. Split System Training Principle (Breaking your workout week into upper versus lower body training, for example, results in more intense training sessions)
3. Double or Triple Split Training Principle (Breaking your workout down into two or three shorter, more intense training sessions per day)
4. Muscle Confusion Principle (Muscles accommodate to a specific type of stress ("habituate" or "plateau") when you continually apply the same stress to your muscles over time, so you must constantly vary exercises, sets, reps and weight to avoid accommodation)
5. Progressive Overload Principle (The basis of increasing any parameter of fitness is to make your muscles work harder than they are accustomed to)
6. Holistic Training Principle (Different cellular organelles respond differently to different forms of stress, so using a variety of rep/set schemes, intensity and frequency will maximize muscle mass)
7. Eclectic Training Principle (Combining mass, strength or isolation-refinement training techniques as your instincts dictate into your program often help you achieve greater progress)
8. Instinctive Training Principle (Eventually, all bodybuilders instinctively attain the ability to construct diets, routines, cycles, intensity levels, reps and sets that work best for them)

WEIDER PRINCIPLES TO HELP YOU ARRANGE YOUR WORKOUT

1. Set System Training Principle (Performing one set per bodypart was the old way; the Set System calls for multiple sets for each exercise in order to apply maximum adaptive stress)
2. Superset Training Principle (alternating opposing muscle group exercises with little rest between sets)
3. Compound Sets Training Principle (alternating two exercises for one bodypart with little rest between sets)
4. Tri-Sets Training Principle (Doing 3 exercises for one muscle group with little rest between sets)
5. Giant Sets Training Principle (Doing 4-6 exercises for one muscle group with little rest between sets)
6. Staggered Sets Principle (injecting 10 sets of boring forearm, abdominal or calf work in between sets for (say) chest or legs)
7. Rest-Pause Principle (using 85-90 percent of your max, do 2-3 reps and put the weight down. Then do 2-3 more, rest, 2-3 more and rest for a total of 3-4 rest-pauses. The short rest-pauses allow enough time for ATP to be resynthesized and permit further reps with the heavy weight);
8. Muscle Priority Principle (Work your weaker body parts first in any given workout; alternatively, work the larger muscle groups first, while you’re fresh and energy levels still high)
9. Pre-Exhaustion Principle (example: superset flies, a chest isolation exercise, with bench presses, a compound exercise involving triceps and chest, in order to maximize chest development by pre-exhausting the triceps)
10. Pyramiding Training Principle (start a bodypart session with higher rep/low weight and gradually add weight (and commensurably reduce the reps), ending with a weight you can do for 5 reps or so)
11. Descending Sets Principle (lighter weights from set to set as fatigue sets in --0 called "stripping")
12. Staggered Sets Training Principle (stagger smaller, slow-developing body parts in between sets for larger muscle groups)
13. Instinctive Training Principle (Eventually, all bodybuilders instinctively attain the ability to construct diets, routines, cycles, intensity levels, reps and sets that work best for them)

WEIDER PRINCIPLES TO HELP YOU PERFORM EACH EXERCISE

1. Isolation Principle (All muscles act as stabilizers, synergists, antagonist or protagonist. By making any given muscle the prime mover in any given exercise you’ve "isolated" it as much as possible, and therefore the stress applied to it)
2. Quality Training Principle (gradually reducing the rest between sets while still maintaining or increasing the number of reps performed)
3. Cheating Training Principle (swing weight past the sticking point at the end of a set in order to add stress)
4. Continuous Tension Principle (maintain slow, continuous tension on muscles to maximize red fiber involvement)
5. Forced Reps Training Principle (partner-assisted reps at the end of a set)
6. Flushing Training Principle (Doing 3-4 exercises for a bodypart before moving to another bodypart)
7. Burns Training Principle (2-3 inch, quick movements at the end of a set
8. Partial Reps Training Principle (Because of leverage changes throughout any given exercise, it’s sometimes helpful to do partial movements with varying weight in order to derive maximum overload stress for that bodypart)
9. Retro-Gravity Principle ("Negatives" or "eccentrics" as they’re called, make it possible to get more muscle cells to respond because you can lower about 30-40 percent more weight than you can successfully lift concentrically);
10. Peak Contraction Principle (holding the weight through maximum contraction for a few seconds at the completion of a movement);
11. Superspeed Principle (compensatory acceleration of movements to stimulate hard-to-reach fast twitch fibers);
12. Iso-Tension Principle (method of practicing posing, tensing each muscle maximally for 6-10 seconds for up to a total of 30-44 flexes in a variety of posing positions);
13. Instinctive Training Principle (Eventually, all bodybuilders instinctively attain the ability to construct diets, routines, cycles, intensity levels, reps and sets that work best for them)
Here are the ten rules of Hippocrates:
1. The natural way is the only way
2. Treat the cause of an illness, not the symptoms
3. Throw away your drugs and heal the people with food
4. Look to the spine for illnesses
5. Natural food can prevent diseases
6. Do no harm to your patients
7. The word protein means most important
8. Do not perform unnecessary surgery for money
9. A healthy colon is essential
10. Do not administer dangerous and harmful drugs